PROJECTO NÓS PROPOMOS! Cidadania e Inovação na Educação Geográfica.

A Escola Secundária de Rio Tinto, entendeu por bem inscrever um grupo de alunos neste projeto que o Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa, em colaboração com a Esri Portugal, promove pelo quinto ano consecutivo,  o qual é apoiado pelo Ministério da Educação e Ciência, através da Direção-Geral da Educação e tem por finalidade promover uma efetiva cidadania territorial local, numa perspetiva de governança e sustentabilidade.

Simultaneamente, pretende promover a parceria entre universidade, escolas, autarquias, empresas e associações, com quem se tenta estabelecer um protocolo de cooperação.

O Projeto será desenvolvido por um grupo de alunos do Curso profissional de Turismo do 11º ano e mobiliza o Estudo de Caso, para a identificação de problemas locais e a apresentação de propostas de resolução.

No começo do ano escolar, depois de uma primeira fase de sensibilização para as questões da cidadania, do património e desafios locais, os alunos identificaram, em pequenos grupos, problemas que lhes são significativos, na área da escola e da sua residência – da recuperação de um edifício abandonado à alteração do percurso de uma carreira de transportes públicos à criação de um roteiro turístico local, à criação de melhores condições de mobilidade, à melhoria dos espaços verdes, à preservação dos azulejos (…) para dar alguns exemplos.

No caso concreto os alunos optaram pela Fundição de Sinos de Rio Tinto, que corre o risco de se perder atendendo ao facto de estar inactiva e de quem de direito – herdeiros e poder politico – não mostrarem qualquer intenção de manter este Património Vivo.

Os alunos realizaram um pequeno trabalho de levantamento da situação e irão elaborar propostas de resolução.

No contexto do mesmo surgiu a necessidade de se fazer um pequeno inquérito à população no sentido de recolher junto desta a qualidade do conhecimento sobre este património que urge salvar e por outro lado promover e sensibilizar para a sua existência, já que quem conhece tende a proteger.

Assim vimos solicitar a sua colaboração respondendo a este breve inquérito

…e a crise?

Todas as épocas de crise têm inerente uma grande emocionalidade e têm também imensas potencialidades de futuro, não só na contemplação e na valorização da cultura, do património.

Estaremos a valorizar a tradição e não a tradução do relacionamento com a diferença, como a multiculturalidade do nosso tempo, da interpenetração entre  culturas num mundo global.

Teremos que interpenetrar o passado, o presente e o futuro. Não nos limitarmos a olhar para dentro da nossa fronteira, como um centro, mas descobrir o que está nas franjas dessa fronteira de diferente que nos alongue o olhar para o futuro, com outros olhos e outros métodos.

Perpetivar o futuro consciente da crise é dar um maior valor aos nossos recursos, o que exige uma maior proteção dos mesmos.

Para que servem as leis de Ordenamento?

Para que andamos a queimar as pestanas?

Todos os arguidos do caso Portucale foram absolvidos

Os 11 arguidos do caso Portucale, ligado ao abate ilegal de sobreiros para a construção de um empreendimento imobiliário e turístico em Benavente, foram hoje absolvidos de todos os crimes de que estavam acusados.

O antigo responsável pelas finanças do CDS e principal arguido, Abel Pinheiro.

O caso Portucale tinha como principal arguido o empresário e ex-dirigente do CDS-PP Abel Pinheiro e relaciona-se com o abate de sobreiros na herdade da Vargem Fresca, em Benavente, para a construção de um projeto turístico-imobiliário da empresa Portucale, do Grupo Espírito Santo (GES), por força de um despacho conjunto dos ministros do então Governo PSD/CDS Nobre Guedes (Ambiente), Telmo Correia (Turismo) e Costa Neves (Agricultura).

A investigação do caso Portucale envolvou escutas telefónicas e as conversas interceptadas deram origem a um outro processo (autónomo) relacionado com a compra por Portugal de dois submarinos ao consórcio alemão Ferrostal e cujo inquérito, também com contornos políticos, está por concluir há vários anos no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP).

A leitura do acórdão ocorreu nas Varas Criminais de Lisboa, depois de ter sido adiada por três vezes.

Fui ver o futuro e… não funciona

Texto retirado da blogue “Blásfémias”

Lembram-se de Portugal e da Europa por volta do ano 2000?

Não é muito difícil, foi apenas há 12 anos, mas parece que foi há uma eternidade.

Os tempos eram de euforia. O euro vinha a caminho, a Europa aceitava novos membros e a “Estratégia de Lisboa” prometia transformar o Velho Continente no lugar mais competitivo da economia mundial.

Já Portugal vivera há pouco a Expo 98 e preparava o Euro 2004. Estalavam foguetes por todo o lado. Continuar a ler